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Ressaltamos
que os programas de sincronização de cio são importantes
ferramentas para diminuir o intervalo entre partos e para otimizar o
manejo reprodutivo na pecuária de leite e de corte. Porém,
não é a
solução dos problemas nutricionais, de fertilidade e de manejo
sanitário
das propriedades. |
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Antes de iniciar
um programa de sincronização, alguns pontos devem ser
avaliados: |
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CICLICIDADE
DOS ANIMAIS: Quanto maior o número de animais
ciclando, maior será o sucesso do programa de sincronização. |
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INTERVALO
PÓS PARTO (IPP): Vacas com menos de 45 dias de IPP
devem ser excluídas do programa de sincronização. O
programa terá
sucesso se houverem anotações das datas de parições
e se houver
correta identificação das vacas. As primíparas requerem
um IPP de
3 semanas mais longo do que as vacas. |
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NUTRIÇÃO: Os animais a serem sincronizados devem ter uma condição
corporal mínima – Escore corporal(ECC) 3 – na escala
de 1 a 5. |
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NOVILHAS: As novilhas devem estar ganhando peso e ter 65-70% do
seu peso adulto. A palpação retal pode ser necessária
para não incluir
no programa novilhas que não estejam ciclando ou que ainda apresentam
útero subdesenvolvido. |
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SANIDADE: A saúde geral do rebanho deve ser avaliada por condições
que possam afetar a performance reprodutiva. Deve-se prestar atenção
especial às enfermidades infecciosas que afetam diretamente o aparelho
reprodutor ( IBR, BVD, Leptospirose, Brucelose, Campilobacteriose,
Tricomonose, Neosporose, etc.). |
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STRESS
DE MANEJO: Durante o tratamento e até 3 semanas depois
da Inseminação devem ser evitados fatores de “stress”
como vacinações
ou mudanças de alimentação. |
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